segunda-feira, 7 de julho de 2008

Esperança para a Paz Social


A introdução deste texto está nos jornais de hoje, estava também no noticiário de ontem ou de quando você quiser. Facilmente você vai se lembrar de fatos recentes ou mais antigos, alguns ocorridos perto, outros longe de você.
A comunicação hoje é tão fácil e envolvente que não permute a ninguém ficar alheio aos acontecimentos, principalmente os chocantes. No fundo, temos de concordar com Konrad Lorenz, que classificou como “processo apocalíptico” o desaparecimento das qualidades e faculdades mais nobres do ser humano. Todos nós somos reféns do medo, rodeados de vícios, assistindo a todo tipo de degradação e destruição.
A humanidade está em perigo. A idéia de conseguir tudo o mais depressa possível (seja em nível individual ou entre os povos) está reduzindo as relações humanas a uma condição de selvageria.
Após o assassinato do menino João Hélio, de 06 anos, no Rio de Janeiro (ele morreu arrastado pelas ruas da cidade, preso a um cinto de segurança, depois que assaltantes tomaram o carro da família), o especialista em ética Peter Singer, da universidade de Princeton, Estado Unidos, declarou: “Quando pessoas supostamente normais cometem barbáries como essas, é sinal de que a sociedade perdeu o controle de si mesma e as pessoas não têm mais a noção do certo e errado.”
Se focássemos apenas os problemas, teríamos razões de sobra para concluir que não há solução para a humanidade. Entretanto, a boa noticia é que há esperança para a sociedade doente. A solução vem de fora de nós mesmos. As providencias foram tomadas por Deus. O plano está exposto na Bíblia. E é a razão para nossa esperança.
Esse é o principal objetivo da Palavra de Deus, conforme está escrito em Romanos 15:4: “Pois tudo o que foi escrito no passado, foi escrito para nos ensinar, de forma que, no meio da perseverança e do bom animo procedentes das Escrituras, mantenhamos a nossa esperança”. Nesse mesmo capitulo, o apostolo Paulo reafirmou: “Que o Deus da esperança os encha de toda alegria e paz, por sua confiança nEle, para que vocês transbordem de esperança, pelo poder do Espírito Santo” (Romanos (15:13).
Esse mesmo apostolo sintetizou de maneira clara a estratégia para a nossa redenção: “Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porem, é o amor” (1 Coríntios 13:13). Como você percebeu no verso acima, o ponto de partida é a fé, ou seja, depender de Deus e aceitar um plano de salvação incompreensível, mas absolutamente real e eficaz. O objetivo é o amor a Deus e entre as pessoas. E a ponte ente a fé e o amor é a esperança. Mas a Bíblia afirma que, acima de toda e qualquer esperança em relação ao futuro deste mundo, está a “bendita esperança” (Tito 2:13), que é a segunda vinda de Jesus. Ele mesmo prometeu: “Voltarei” (João 14:3)

Márcio Dias Guarda
Revista Viva com Esperança

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